Remoção total ou parcial da cárie?

Hoje em dia é muito comum os dentistas encontrarem paciente que precisava trocar uma restauração que havia sido feita há menos tempo e começa a incomodar o paciente. Quando o dentista examina, acaba constatando que havia cárie remanescente por baixo da resina feita. http://www.debocaaberta.com.br

A conduta  principal é remover a resina, remover a cárie e avaliar, de acordo com a profundidade, a necessidade ou não de um tratamento de canal. Dependendo do estágio do tecido cariado, é preciso proceder à remoção sem expor os cornos pulpares. Neste caso, o deve o  paciente deve ser alertado em relação à profundidade e, principalmente, sobre a tentativa de manter o dente vivo.

A maioria dos dentistas possui formação com conduta para a remoção total de tecido cariado. Mas pelo que ocorre em vários debates há uma linha de conduta denominada Odontodiva da Depressão, onde muitos colegas defendem a remoção parcial do tecido cariado como alternativa conservadora da vitalidade do dente.

A remoção parcial da cárie tem como objetivo manter a vitalidade do dente, removendo apenas a camada de dentina amolecida, não expondo os cornos pulpares, seguida de selamento da cavidade. A cárie é removida totalmente nas paredes circundantes do preparo e, na parede pulpar, aquela dentina de aspecto acastanhado é selada e é feito um acompanhamento de caso, pois estudos provam sua capacidade de regeneração. . De acordo com essa técnica, a zona mais profunda pode ser remineralizada por ainda não ter sido infectada e o colágeno não ter sido quebrado de forma irreversível. O procedimento é indicado tanto para a dentição decídua quanto para a dentição permanente, de acordo com Guedes Pinto.