Garibaldi lamenta fechamento da Alcanorte
Em pronunciamento no plenário do Senado nesta quarta-feira(17), o senador O Garibaldi Filho(PMDB) lamentou que por causa de dívida acumulada a empresa Alcanorte esteja desativada após 34 anos da sua fundação em Macau.
A Alcanorte, empresa estatal que foi privatizada, era produtora de barrilha, matéria prima essencial para a fabricação de vidro e outros produtos da construção civil, e tinha capacidade para produzir 265 mil toneladas por ano.
Garibaldi informou que o Brasil consome 800 mil toneladas/ano de barrilha e a maior parte é importada dos Estados Unidos.
O senador disse que quando era governador do RN, em 1997, assinou contrato com duas empresas para que a Petrobras passasse a fornecer 130 toneladas de vapor por hora e gás natural para a Alcanorte durante o prazo de dez anos.
Segundo Garibaldi, foi tentado um novo financiamento junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o qual foi negado.
Ele assinalou que nesta terça-feira(16) procurou o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrieli, para saber se a empresa ainda tinha interesse em colocar a fábrica em funcionamento.
Gabrieli disse a Garibaldi que receberia as informações, mas não poderia garantir o fornecimento de gás.
“Distante 21 quilômetros da fábrica se encontra instalada uma grande termoelétrica, em Alto do Rodrigues, que poderia perfeitamente assumir o fornecimento de gás”, declarou Garibaldi.
A Alcanorte, empresa estatal que foi privatizada, era produtora de barrilha, matéria prima essencial para a fabricação de vidro e outros produtos da construção civil, e tinha capacidade para produzir 265 mil toneladas por ano.
Garibaldi informou que o Brasil consome 800 mil toneladas/ano de barrilha e a maior parte é importada dos Estados Unidos.
O senador disse que quando era governador do RN, em 1997, assinou contrato com duas empresas para que a Petrobras passasse a fornecer 130 toneladas de vapor por hora e gás natural para a Alcanorte durante o prazo de dez anos.
Segundo Garibaldi, foi tentado um novo financiamento junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o qual foi negado.
Ele assinalou que nesta terça-feira(16) procurou o presidente da Petrobras, Sérgio Gabrieli, para saber se a empresa ainda tinha interesse em colocar a fábrica em funcionamento.
Gabrieli disse a Garibaldi que receberia as informações, mas não poderia garantir o fornecimento de gás.
“Distante 21 quilômetros da fábrica se encontra instalada uma grande termoelétrica, em Alto do Rodrigues, que poderia perfeitamente assumir o fornecimento de gás”, declarou Garibaldi.
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