Ciro Gomes diz que PT do RN constrange PSB
Foto: Divulgação

Em entrevista à TV Estadão nesta quinta-feira(18) o deputado Ciro Gomes (PSB) disse temer que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atue nos Estados em que o PSB mantém aliança com o PT para constranger seu partido a não lhe conceder a legenda para sua planejada candidatura à Presidência da República.
"O Lula, pela delicadeza que ele me trata, pelo respeito que ele me tem, e é recíproco, até maior o meu - eu gosto dele fraternalmente, com muito carinho, além do respeito, da gratidão pelo bem que ele faz ao povo brasileiro - ele não me pedirá jamais pra eu não ser candidato", disse o deputado.
Questionado se haveria outras formas de o presidente fazê-lo ficar de fora do pleito, Ciro concordou: "As outras formas podem ser muito cruéis. Por exemplo, constranger o partido a não me dar legenda."
O deputado se refere aos diretórios estaduais do PSB que trabalham pela candidata de Lula, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), em troca de uma aliança com o PT para o governo dos Estados. Rio Grande do Norte e Sergipe vivem esse dilema.
No Rio Grande do Norte, a governadora Wilma de Faria, do PSB, trabalha para emplacar a candidatura de seu vice, Iberê Ferreira de Souza, do mesmo partido, ao governo do Estado. Em Sergipe, o governador Marcelo Déda, do PT, que deve concorrer a reeleição, tem como vice Belivaldo Chagas Silva, do PSB.
"A seção de Sergipe e a seção do Rio Grande do Norte são seções respeitadas, porque eles têm uma aliança com o PT e ali o PT os constrange. Mas esquecem os companheiros que eu também tenho uma aliança com o PT. Nós temos aliança com PT nos três estados que governamos e nos cinco estados que o PT governa", contemporizou.
Ainda assim, ele garante ter, na legenda, o apoio necessário para pleitear a candidatura.
"Tudo o que eu faço, até o presente momento, está em perfeita sintonia com a direção do meu partido", declarou Ciro.
"O Lula, pela delicadeza que ele me trata, pelo respeito que ele me tem, e é recíproco, até maior o meu - eu gosto dele fraternalmente, com muito carinho, além do respeito, da gratidão pelo bem que ele faz ao povo brasileiro - ele não me pedirá jamais pra eu não ser candidato", disse o deputado.
Questionado se haveria outras formas de o presidente fazê-lo ficar de fora do pleito, Ciro concordou: "As outras formas podem ser muito cruéis. Por exemplo, constranger o partido a não me dar legenda."
O deputado se refere aos diretórios estaduais do PSB que trabalham pela candidata de Lula, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), em troca de uma aliança com o PT para o governo dos Estados. Rio Grande do Norte e Sergipe vivem esse dilema.
No Rio Grande do Norte, a governadora Wilma de Faria, do PSB, trabalha para emplacar a candidatura de seu vice, Iberê Ferreira de Souza, do mesmo partido, ao governo do Estado. Em Sergipe, o governador Marcelo Déda, do PT, que deve concorrer a reeleição, tem como vice Belivaldo Chagas Silva, do PSB.
"A seção de Sergipe e a seção do Rio Grande do Norte são seções respeitadas, porque eles têm uma aliança com o PT e ali o PT os constrange. Mas esquecem os companheiros que eu também tenho uma aliança com o PT. Nós temos aliança com PT nos três estados que governamos e nos cinco estados que o PT governa", contemporizou.
Ainda assim, ele garante ter, na legenda, o apoio necessário para pleitear a candidatura.
"Tudo o que eu faço, até o presente momento, está em perfeita sintonia com a direção do meu partido", declarou Ciro.
0 comentários:
Postar um comentário